quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Resenha [#05] - Silo

Título: Silo
Autor: Hugh Howey
Páginas: 501
Editora: Intrínseca
“O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse mata-lo? E se vivesse confinado em um lugar em que cada nascimento precisa ser precedido de uma morte, e uma escolha errada pode significar o fim da humanidade?”
Silo é o primeiro livro do autor Hugh Howey, foi originalmente publicado em e-book e se tornou um sucesso na Amazon sendo posteriormente transformado em um livro físico. Silo é o primeiro livro de uma série, em que o segundo livro “Ordem” já tem data de publicação no Brasil (Março).
Silo se passa em um futuro pós-apocalíptico, a Terra está contaminada por diversos gases tóxicos o que torna impossível a vida nela. Todos os humanos vivem num silo, uma construção subterrânea que é auto-sustentável, dentro desse silo existem setores, cada um com sua função determinada a T.I., mecânica, fazendas, berçários, delegacias e etc. Dentro de toda essa organização existe um prefeito, ou prefeita que é quem deve manter a paz no silo e para isso se deve respeitar a única regra, que é: Não querer sair.
Querer sair do silo é considerado crime, algo que nos anos anteriores foi motivo de levantes contra as elites do lugar. Quem comete esse crime deve sair do silo imediatamente, mas como punição deve limpar os vidros que fazem as pessoas do silo enxergarem para fora. O mistério fica mais intenso nessa parte, pessoas que juram que nunca irão limpar os vidros, assim que saem os fazem. O que faz com que toda população fique em dúvida: “Por que eles fazem isso?”
É nesse mundo perigoso que conhecemos os personagens Holston, Jahns e Juliette, personagens que assim como o leitor tentam desvendar um mistério a cada passo, que tentam compreender os motivos que os levaram a ficar enclausurados naquele espaço e acima de tudo buscam uma vida honesta.

Silo é aquele tipo de livro que pega você, logo ao ler a sinopse. Conheci ele na 3ª Turnê Intrínseca e logo me encantei pela história, demorei mais do que eu queria para comprá-lo mas quando o fiz não me arrependi. A história é uma sucessão de mistérios que são descobertos e novos perguntas que surgem com as descobertas. Os capítulos, na maioria das vezes, terminam de uma forma surpreendente o que a frase “Só vou ler mais um capítulo” siga com você a cada capítulo lido. Não se pode falar muitas coisas sobre o enredo, pois os spoilers seriam constantes. A nota é 5! E espero que vocês leiam e se apaixonem por silo assim como eu.

Obs: As imagens não são de minha autoria, todas elas forma encontradas no Google Imagens

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Quote [#02] - Dança dos Dragões

        O quote desta semana é especial para mim. É a minha frase favorita de todos os livros que eu já li na minha vida, é o que pretendo, um dia, tatuar em meu corpo para marcar para sempre. É o que acha que define a essência de todos os leitores. E a frase é essa:
       Essa frase pode ser encontrada na página 388 em Dança dos Dragões de George R. R. Martin, o quinto livro das Crônicas de Gelo e Fogo.
         Espero que gostem, Dudahh.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Tudo azul!

       Oi gente! Vocês lembram da Tag do Arco-íris que eu fiz? Bom aqui vai meio que uma continuação dela, mas dessa vez é só com uma cor. A brincadeira é assim pegue todos os livros da cor definida que você têm e poste uma foto deles junto de uma frase que contenha a cor! A cor dessa vez é azul!
"Para vermos o azul, olhamos para o céu. A Terra é azul para quem a olha do céu. Azul será uma cor em si, ou uma questão de distância? Ou uma questão de grande nostalgia? O inalcançável é sempre azul"
                       - Clarice Lispector

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Resenha [#04] - O Lado Mais Sombrio


“O Lado mais Sombrio” é o primeiro livro da escritora A.G. Howard. Ele é o primeiro livro de sua trilogia, seguido por “Através do Espelho” e “Ensnared” (ainda sem título para o português). Os livros foram lançados pela editora Novo Conceito que fez um trabalho incrível, principalmente nas páginas do livro (fotos abaixo).



O livro é uma recontagem de “Alice no País das Maravilhas” mostrando seu lado mais sombrio. A personagem principal é Alyssa, tataraneta da Alice (sim a do livro de Lewis Caroll), o que acontece é que Lewis Caroll não escreveu apenas uma história infantil, mas sim as memórias da Alice. Como todos nós sabemos a Alice conseguiu retornar, mas o que ficou oculto é que ela retornou com uma maldição: ouvir plantas e insetos e perder a sanidade. A maldição passa de geração em geração e Alyssa, com 16 anos, já começa a ouvir as plantas enquanto vive com a angústia de ver sua mãe em um hospício pelos mesmos fatores. Alyssa decidida a não ter o mesmo destino que todas as mulheres da sua família pesquisa sobre sua história e descobre que existe um jeito de quebrar a maldição, mas para isso ela terá que entrar no País das Maravilhas e consertar todos os erros e problemas que sua tataravó trouxe para os habitantes de lá. Para isso Alyssa conta com seu amigo de infância Jeb e o sedutor e perigoso Morfeu, o homem/garoto que vive entre esses dois mundos.
O livro tem uma narrativa constante, não existem pontos em que a história fica parada ou se enrola é sempre uma desavença atrás da outra, uma surpresa a cada página. Os personagens têm um estilo punk/gótico/futurista que é detalhado em suas roupas e personalidade, certas vezes eles usavam coisas tão bizarras que eu não consegui me acostumar. O País das Maravilhas segue no mesmo estilo, logo no início, quando você espera um coelhinho branco fofinho, lhe é apresentado um ser que é meio esqueleto, meio morto com antenas e um paletó o resto das bizarrices deixo para vocês descobrirem quando lerem o livro.
Apesar do choque a história faz com você se interesse por ela e não largue mais o livro, querendo sempre descobrir o novo mistério e o que acontecerá devido a isso. A personagem principal fez com que eu me irritasse em muitos pontos por sua falta de opinião, ela mudava de opinião sobre seus companheiros constantemente o que fez com nunca se soubesse quem estava do seu lado e quem não, sendo só revelado no desfecho final. Final esse que teve uma reviravolta pra mexer com a cabeça de qualquer leitor e fazer com que ficasse ansioso pela continuação.


Nota: 4

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Quote [#01] - Prince of Thorns

        Senhoras e senhores o primeiro quote de uma série que vêm aí é de: Prince of Thorns, o livro de Mark Lawrence! Durante a leitura se percebe que, Jorg, personagem principal, é um personagem de temperamento forte e acredito que essa frase seja a que destaque ele e o defina. A frase está na página 108 do livro na versão capa dura.

Desculpas e agenda!

         Oi gente! Sei que nas últimas semanas sumi, mas foi por uma boa causa: Meu aniversário. Então devido as correrias da época não pude postar nada no blog, e peço as mais sinceras desculpas por isso. Prometo que não irá se repetir. Quem pensa que neste tempo não pensei nada sobre o blog está enganado! 
          Bom então esse post além de desculpas cria a nova agenda do blog. Sim, isso mesmo! O blog terá sua agenda. De início serão apenas três dias em que com certeza haverão posts. Chega de falatório e vamos a agenda
             Segunda-feira: Em todas as segundas serão postadas os quotes da semana. Toda semana terá uma frase, nada copiado da internet ou algo assim, mas sim que eu vi e tirei a foto. Talvez haja mais algum post.
           Quarta-feira: Quarta é dia de resenha! Toda quarta-feira a resenha de um livro estará no blog. 
         Sexta-feira: Sexta vai ser um dia livre, irei postar alguma matéria sobre algum filme, série,decoração, roupas ou loja. Na maioria das vezes, será sobre livros, mas pode mudar.

                *Terça e Quinta-Feira: Nestes dias nem sempre haverão posts, por isso não foram fixados na agenda do blog!


Beijos, Dudahh

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Como falar com um viúvo

“Eu tinha uma esposa. Seu nome era Hailey. Agora ela se foi. E eu também”
Essa é a frase que aparece repetidamente no livro “Como falar com um viúvo” de Jonathan Tropper. O livro é uma história de renascimento de uma pessoa, a volta a vida. Jonathan Tropper faz isso de maneira engraçada e forte. Com diálogos que contam com frases engraçadas, palavras fortes e muitas vezes nada além do sentimento em sua forma mais bruta, “Como falar com um viúvo” é um livro que te surpreende do início ao fim.


O livro narra a história de Doug Parker, um homem que há um ano atrás perdeu sua esposa em um acidente aéreo. Doug não consegue superar esse fato. No seu quarto o sutiã de sua mulher ainda está na maçaneta da porta, o livro que ela estava lendo ainda está do lado da cama e Doug ainda está parado na vida que tinha antes do acidente. Ele preenche sua solidão com Jack Daniel’s e alguns cigarros, enquanto tenta acertar objetos nos coelhos que insistem em aparecer no jardim dos fundos da sua casa.
E nesse contexto de solidão e bebida que são criados os personagens do livro, cada um com suas peculiaridades e personalidades. Russ é o enteado que já tinha doze anos ao conhecer Doug e agora é um adolescente rebelde que de certa forma entende e é o melhor amigo de Doug. Claire é sua irmã gêmea, parceira de toda vida, que entende e tira sempre o melhor de Doug. Os pais de Doug são outra parte cômica do livro, sua mãe uma ex atriz de teatro que acha que ainda vive nos seus dias de fama e é viciada em vinho e seu pai que era um cirurgião brilhante, porém após um AVC ele altera seus dias como uma pessoa lúcida.
A história no início é uma amostra da vida de Doug: bebida, flashbacks, e escrever para sua coluna “Como falar com um viúvo” são as únicas coisas que ele faz. A reviravolta acontece quando Claire chega em sua casa para passar alguns dias após estar em crise com o marido e descobrir estar grávida. Ela decide tirar Doug da inércia e o “ordena” que diga sim a todas suas propostas. A partir daí temos eventos inusitados e emocionantes.
Não vou negar para vocês, comprei esse livro pelo valor que ele estava. Apenas R$ 1,98! Mas tive uma boa surpresa ao lê-lo. O livro me fez rir em várias partes, a lógica de Doug é provavelmente uma das coisas mais engraçadas que eu já li. Quem pensa que esse livro é só feito de risadas está errado, as partes emocionantes estão em contraste com as partes cômicas, fazendo com que o riso seja seguido por reflexões e talvez até lágrimas. Quem já perdeu alguém muito próximo se familiariza com Doug e o entende profundamente.
A impressão que tive durante toda a leitura, foi a de que estava lendo uma comédia romântica muito errada. O mocinho não fazia o que devia ser feito, ele se escondia e ria de seus sentimentos. O roteiro não estava na ordem, as palavras nem sempre eram as certas, porém a obra completa se tornava única e maravilhosa. Recomendo esse livro a todos que queiram se divertir e refletir.

Nota: 4

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Volta às aulas literária!

         Fevereiro já está quase aí! E fevereiro é o mês de voltar a estudar, muitos dos leitores que conheço ainda estudam e nesse mês a reclamação é sempre a mesma: Não achar produtos de seu livro/série no material escolar. A procura é grande e quase nunca se acha nada, o que faz com que a customização de cadernos e afins aconteça muito neste período do ano.
        Mas leitores, acalmem-se! Parece que algumas gráficas finalmente ouviram nossos lamentos e criaram alguns cadernos de nossos livros e séries favoritas! Neste post vou mostrar alguns cadernos que já achei nas minhas andanças em busca de materiais. Atenção: Em todas as fotos aparecem apenas duas capas, porém existem mais, só não coloquei para que o post não ficasse enorme. 
          Vamos aos cadernos:
       Uma das últimas tendências são os livros inspirados em jogos, eles trazem muitas jogadores que não gostavam de ler a leitura pelo simples fato de possuírem a história de seu game favorito. A tilibra lançou cadernos de Assassin's Creed e God of War para apaixonados por games. Confiram as capas abaixo:
           
           Para os apaixonados pelo clássico de Antoine de Saint-Exupéry, o Pequeno Príncipe a Jandaia tem uma linha inteira de produtos com o tema. Abaixo temos as capas de dois cadernos disponíveis este ano.
          A Tilibra esse ano também fez cadernos para os fãs de livros infantis, Como Treinar seu Dragão é o tema de outros cadernos que a gráfica lançou.
           E para fechar com chave de ouro a Tilibra reservou uma surpresa para os alunos leitores de 2015, lançou duas linhas de caderno extremamente aguardadas pelo público. Estas linhas foram:Game of Thrones e Jogos Vorazes!(Não resisti e acabei comprando um caderno da casa Lannister)
           Eu já garanti o meu, e vocês? 






    

A Arma Escarlate

“Um Harry Potter brasileiro” Foi isso que encontrei em quase todas as resenhas enquanto procurava por “A Arma Escarlate”. Posso dizer que de fato, sobre um primeiro olhar, ou quando explicado rapidamente “A Arma Escarlate” pode ser descrita assim, mas aprofundando se percebe que o livro é muito mais que isso.
O livro conta a história de Hugo, ou melhor Idá, que é um garoto que vive na favela Santa Marta em 1997, a vida no morro é difícil, ele (o morro) é controlado por chefes do tráfico o que leva a constantes tiroteios e conflitos com a polícia. No meio de mais um desses confrontos Idá se descobre um bruxo e recebe a carta da escola de magia do Rio de Janeiro, a Nossa Senhora do Korkovado. Por causa de desavenças com traficantes e juras de morte Idá aceita ir para a escola e recomeçar a vida, foge do morro se despedindo apenas de sua mãe e sua avó, por a qual tem muito carinho.
Decidindo não deixar ninguém da nova vida saber suas origens Idá troca até de nome, passa a se chamar Hugo Escarlate e consegue dar o seu jeitinho de comprar todos os matérias necessários e ingressa na escola. E é na escola que ele conhece os Pixies, um grupo formado por quatro estudantes que além de aprontar muito, ajuda e diverte a todos os alunos. Os Pixies logo chamam Hugo para se juntar com eles e assim ele conhece a linda surfista Caimana, o travesso e nacionalista Vinny, o gentil Capí e o reservado Índio. Com seus novos amigos Hugo tenta de todas as formas esconder o lugar que veio e provar que não é apenas mais um estereótipo do garoto favelado, porém toma ações questionáveis durante toda a história, o que faz com que ele se torne exatamente o que ele não quer ser.
Renata Ventura escreve com maestria esses eventos, descreve uma escola incrível que se encontra dentro do Corcovado, bem abaixo dos pés do Cristo Redentor. Logo de início o leitor já sente aquela expectativa de estar lendo um livro ótimo. Esse é um livro feito para se divertir e refletir, você ri em muitas partes porém também existe várias reflexões e perguntas mais profundas. Os personagens são bem estruturados e com personalidades ótimas.
Devo confessar que os personagens foram o que mais me chamaram atenção, por muitas vezes quis entrar no livro só para dar um “sacode” no Hugo, o Capí fez com que eu caísse de amores por ele com toda sua gentileza e o Vinny fez com que eu me divertisse muito, mas também provocou uma reflexão com seu nacionalismo acentuado e sua clara crítica aos que acham que só as coisas que vêm de fora do nosso país têm valor. Renata usa os sotaques bem destacados, o que a primeira vista parece estranho, mas depois só reforça a personalidade dos personagens. O folclore utilizado é o brasileiro, ao invés de lutar com medusas o “monstro” é a mula sem cabeça, são essas sutilezas que nos fazem sentir em casa. Outra coisa que nos faz sentir-nos em casa são os problemas, a falta de professores, a corrupção e os professores que não explicam direito, quem de nós já não passou por alguma dessas situações?
“A Arma Escarlate” é o primeiro livro de uma série, o segundo: “A Comissão Chapeleira” já foi lançado e eu estou ansiosa para lê-lo. Posso dizer que este livro é o meu livro nacional favorito. A nota é 5! E um viva para a nova literatura brasileira!







quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

TAG - Arco-íris literário

         Oi gente! Tudo bem com vocês? Hoje estou aqui por causa de uma TAG, recentemente vi em um grupo de leitores no facebook a TAG - Arco-íris literário e me interessei. Ela é bem fácil e se resume em você montar um arco-íris com as lombadas de seus livros. A ordem é: Vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. O resultado da minha ficou assim:
             Os livros que eu utilizei foram:
             Vermelho: Em Chamas - Suzanne Collins;
             Laranja: Harry Potter e o Cálice de Fogo - J. K. Rowling;
             Amarelo: Eu me Chamo Antônio - Pedro Gabriel;
             Verde: Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban - J. K. Rowling;
             Azul: A Culpa é das Estrelas - John Green;
             Anil: Palavras de Poder - Lauro Henriques Jr.;
             Violeta: Harry Potter e a Ordem da Fênix - J. K. Rowling.

          Acabei usando bastante livros do Harry Potter, pois é difícil achar algumas cores e as lombadas desses livros são lindas. E vocês já fizeram? Postem nos comentários como ficou a sua!

Bjs Dudahh

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Clã dos Magos

           O Clã dos Magos é o primeiro livro da trilogia de estreia da escritora australiana Trudi Canavan. Ele foi lançado em 2004 na Grã-Bretanha, porém há “pouco” tempo chegou no Brasil. Não tendo tanta divulgação como as grandes trilogias “Jogos Vorazes” e “A Seleção”, a trilogia do Mago Negro é pouco conhecida entre os leitores. Apesar disso ela pode ser colocada no mesmo patamar que as trilogias citadas acima.

            O Clã dos Magos é tudo que se espera de um primeiro livro de uma trilogia. Ele nos introduz a história, nos apresenta o lugar, os conflitos e (claro) os personagens. Conhecemos no início Sonea, que é a personagem principal da história. Sonea é uma garota que vive nas favelas de Imardin, tendo assim uma vida pobre. Imardin é uma cidade portuária que se desenvolveu em círculos, o primeiro círculo é o palácio, e depois há outros como se pode ver na imagem abaixo. Imardin possui uma organização poderosa que se chama “O Clã dos Magos”, onde magos de todos os domínios de Kyralia são treinados. 
          A história se desenvolve quando Sonea, reencontra alguns amigos, que quando mais novos faziam parte da mesma “gangue” que ela, Harrin e Cery. Os dois a chamam para participar de um protesto contra os magos, Sonea aceita. No meio do protesto começam a jogar pedras sobre os magos, o que não os afeta, pois eles utilizam algo como um escudo protetor, porém a pedra que Sonea atira passa por esse escudo e acerta um dos magos e para isso só há uma explicação: Sonea usou magia.

            A partir daí os magos começam uma caçada atrás de Sonea que conta com a ajuda de seus amigos para esconde-la. Trudi Canavan faz com que essa caçada fique ainda mais emocionante pois utiliza diversos pontos de vista, e os troca, muitas vezes, no mesmo capítulo (algo parecido com o que Dan Brown faz em seus livros). A narrativa corre solta e é fluida o que faz o leitor não querer largar o livro, só existem alguns pontos maçantes que geralmente acontecem com Sonea em seu esconderijo, mas nada que atrapalhe a leitura. Além disso a autora libera os mais diversos sentimentos de seu leitor, como a empatia por Sonea, o carinho pelo bondoso mago Rothen e a raiva pelo odioso mago Fergun.
            Esse é aquele livro que pode agradar a todas as idades. A edição e a capa são lindas, a Editora Novo Conceito está de parabéns! Segue abaixo algumas imagens do livro.

Nota: 4